Preces pela paz
Preocupam-nos sobremaneira os acontecimentos que ora estamos vivenciando no planeta.
A Terra deveria estar harmonizando-se fraternalmente, na compreensão de que somos todos irmãos e, no entanto, o que se vê em curso é o armamento intensivo na Europa, em preparação ostensiva para a guerra.
Espíritos infelizes se intitulam senhores das trevas, comunicam-se em reuniões mediúnicas através de médiuns respeitáveis gabando-se de serem os responsáveis pela discórdia entre os povos e pela formentação de uma grande guerra.
Pobres irmãos infelizes, desacreditados de Deus e de si mesmos!
A hora é de pacificação!
“Bem-aventurados os mansos, pois eles herdarão a Terra! Bem-aventurados os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus!”, disse-nos claramente Jesus, o mestre da esperança e do amor no planeta.
Benditos são os que ouvirem o chamamento da paz e da esperança e pacificarem seus próprios corações!
As palavras de Jesus parecem ainda ecoar no mundo e os homens se fazem claramente surdos!
A hora é de pacificar e de fazer as armas tornarem-se escombros e peças de museus, não mais usadas.
Oremos pelo planeta e por todos nós.
É inconcebível que os seres humanos, seres racionais, inteligentes, se deixem conduzir pela discórdia e pela violência!
É preciso semear amor no mundo e os semeadores podem ser todos aqueles que amam Jesus e ouvem o seu evangelho!
Joanna de Ângelis, através da psicografia de Divaldo Pereira Franco, no livro “Otimismo”, diz que a paz não vem mediante a anuência dos ignorantes, que aplaudem o sucesso dos poderosos, tornando-se mais vaidosos e prepotentes, tanto quanto não pode ser retratada na preguiça física ou mental dos abastados.
Resulta, diz ela, da ação correta, mesmo quando não elogiada ou aceita, que se estrutura na consciência tranquila pelo dever cumprido, embora não concorde com a situação dominante, proporcionando um coração harmonizado nos seus sentimentos éticos.
Essa paz – comenta ela – é trabalhada ao largo do tempo, numa conquista íntima, que se faz passo a passo, estruturando a realização nobre, lentamente, através da superação dos desejos mesquinhos, com disciplina interior.
Verificamos que longa será a nossa jornada humana para a santificação de nós mesmos e que precisamos muito melhorar.
Oremos pela paz na Terra, pela boa vontade entre os homens e que nos reconheçamos irmãos. A oração do justo pode muito em seus efeitos e a oração de milhares pode muito mais.
Não desistamos! Continuemos na paz e pacificando!
Oremos pelos nossos irmãos desencarnados infelizes, que perderam a crença no Deus de amor, para que retornem à casa do Pai!
Recomenda-nos Joanna de Ângelis, ainda do livro “Otimismo”, psicografado por Divaldo P. Franco, que em favor da expansão da paz não esperemos o que os outros nos possam doar.
Se uma palavra pode facultar o desencadeamento dos valores que pacificam, sejamos nós quem a expresse.
Se o pensamento de equilíbrio se faz elemento de sustentação da harmonia, projetemo-lo, sem o aguardar em outrem.
Se uma atitude pode influenciar o clima de tranquilidade das pessoas, esforcemo-nos por produzi-la.
Tentemos fazer de nós seres melhores e por certo o mundo melhorará a partir de nossa própria pacificação! Confiemos!
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